| A Sucá Ensopada | ||||
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| Mudando as leis da natureza | ||||
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| Tefilin, talit, sidur e... durex! | ||||
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| Dois Bagels | ||||
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| As aparências enganam | ||||
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| Gratidão | ||||
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| O Décimo | ||||
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| Amor Pelo Povo Judeu | ||||
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| Voltando ao lar em segurança | ||||
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| Poderes Especiais | ||||
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| Um Chêder na Sibéria | ||||
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| O Chazan do chazan | ||||
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| Seiscentos Dinares Menos Seis | ||||
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| Sob a mira de um revólver | ||||
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| O Rebe vai às compras | ||||
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| A Audiência | ||||
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| O Filho do Rebe e o Chassid | ||||
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| Dois Contra Um | ||||
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| A bênção do Primogênito | ||||
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| O Shochet | ||||
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| No lugar de seu irmão | ||||
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| A Floresta e a Rosa | ||||
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| Sempre Jovem | ||||
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| O Alimento de D'us | ||||
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| Poeira e Riqueza | ||||
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| A Reunião | ||||
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| O Sêfer Torá | ||||
| Shimshon
Braum tinha apenas 16 anos quando os nazistas o prenderam, a seus pais
e irmãs em Lodz, Polônia, e os enviaram a um dos campos
de concentração. Logo após sua chegada, os pais
foram separados das crianças e Shimshon nunca mais ouviu falar
deles. Ele foi colocado em um campo de trabalhos forçados e passou
diariamente por humilhações e sofrimentos. |
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| Absorvendo Judaísmo | ||||
| É
uma tradição que em toda geração haja tsadikim
ocultos (justos) que escondem sua grandeza dos olhos dos homens e vivem
entre nós disfarçados como pessoas simples e ignorantes. |
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| Oculto e revelado | ||||
| É
uma tradição que em toda geração haja tsadikim
ocultos (justos) que escondem sua grandeza dos olhos dos homens e vivem
entre nós disfarçados como pessoas simples e ignorantes. |
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| O Homem na pilha de lixo | ||||
| "O
seu problema" – disse o sábio – "é
que nunca doa para caridade. Vive totalmente para si mesmo – é
por isso que se sente tão infeliz. Se deseja ser feliz, comece
a ajudar outras pessoas." |
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| A mitsvá vem primeiro | ||||
| "Arranjei uma yechidut [audiência particular com o Rebe]e viajei com a mãe e um filho mais velho ao Brooklyn. Esperei por eles enquanto entravam no escritório do Rebe. Depois da yechidut, a mulher parecia muito preocupada. O que aconteceu? perguntei. |
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| Rebe Moshê Leib de Sassov | ||||
| No
momento em que o Rebe começou a falar, todos ficaram à
sua volta: |
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| Uma recompensa pela mitsvá do Kidush | ||||
| Muito antes de Rav Huna tornar-se o líder da yeshivá de Sura, na Babilônia, ele era um fazendeiro. Até mesmo quando Rav Huna trabalhava arduamente nos campos, estudava Torá a cada momento livre do dia e por quase toda a noite. Depois de muitos anos, tornou-se um grande sábio, um dos mais eminentes de sua geração. Mas mesmo assim era um homem pobre. |
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| Histórias curtas para refletir | ||||
| Sobre
auto-refinamento: |
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| Encontro no Knesset | ||||
| A reunião tinha sido marcada há vários meses e o grupo de cinco mulheres estava esperando por quase vinte minutos na sala de recepção do escritório da deputada do Knesset (Parlamento), Sra. Sara Doron. |
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| O poder das palavras | ||||
| O Chofetz Chaim voltou-se para seu acompanhante, e numa voz angustiada declarou: "Inacreditável! Durante toda a minha vida tenho evitado falar ou ouvir lashon hará… Arrependo-me profundamente do meu envolvimento nessa missão, pois não pode ser uma verdadeira mitsvá. Se fosse, algo tão terrível não teria me acontecido!" |
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| Tio John vai à Sinagoga | ||||
| Todo Shabat, exatamente às 9:20 da manhã, um casal de gaviões Cauda Vermelha está majestosamente pousado no topo desta árvore imensa. Ambos olham para minha família, meus amigos e eu quando passamos, e então, sem exceção, eles voam na direção da sinagoga. Isso não acontece uma vez ou outra, ou várias vezes por mês. Acontece todas as vezes que passo debaixo da árvore no Shabat, às 9:20 h |
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| Ter ou ser? | ||||
| “Para nos protegermos vivemos rodeados por um muro, com alarmes... Eles vivem com suas portas abertas, protegidos pela amizade de seus vizinhos. Vivemos conectados ao celular, ao computador, sempre plugados, neuróticamente atualizados. Eles estão "conectados" à vida, ao céu, ao sol, à água, ao campo, animais, às suas sombras, à sua família.” |
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| Alvin e o Aficoman | ||||
| Quando Alvin teve certeza de que ninguém estava observando, esgueirou-se até a despensa atulhada. Em algum lugar da estante na parede do fundo, encontrou a antiga Enciclopédia Mundial e cerimoniosamente escondeu o Aficoman no Volume "A", entre o Afeganistão e o Alasca. |
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| Na própria pele | ||||
| Quando o rabino começava a falar sobre a provação dos necessitados durante o inverno, o avarento o cortava dizendo que os pobres gostam de reclamar – a vida deles não era tão má assim como o rabino pensava. De qualquer forma, ele não tinha dinheiro na casa no momento, e não poderia dar coisa alguma naquele dia. O rabino poderia voltar em outra ocasião? |
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| Gragger | ||||
| Num Purim há muitos anos, na cidadezinha de Vardik, na distante Rússia, todos estavam tristes e preocupados. Em vez de esperarem ansiosos pela alegria do feriado, temiam que toda a comunidade judaica estivesse para ser destruída. |
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| Onde está D’us? | ||||
| Afinal: Onde está D’us? |
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| O Báal Shem Tov no Céu | ||||
| Yossef estava curioso sobre o que aconteceria no céu e quis ficar um pouco mais para ver o que o Báal Shem Tov faria ali. Porém dois anjos troncudos vieram imediatamente, seguraram-no sob os braços e o acompanharam até a saída. Levaram-no então cada vez mais para baixo, até o mundo inferior, "até", disse ele, "que vi um corpo repulsivo jazendo ali no chão," pois sua família, pensando que estivesse morto, o tirara da cama e o colocara no chão com os pés apontando para a porta… |
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| Queixas contra D’us | ||||
| Yudel estava constrangido de fazer sua visita anual ao Tsadic de Lublin de mãos vazias. Deixou de ir visitá-lo e sem a inspiração ele se tornou mais e mais abatido… |
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| Reb Yankle | ||||
| Quando ele tinha nove anos, sua mãe faleceu. Foi enviado para morar com uma tia. A família de Tia Rose era secular, e Yankle nunca mais ganhou Chanucá guelt. Três anos no Exército Vermelho. A Guerra. A morte prematura do único filho. A morte recente de sua mulher. Pensão mensal e sopa diária… |
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| Olhos para ver | ||||
| Daniel tinha apenas quatro anos quando seus olhos começaram a coçar. A princípio era apenas incômodo, mas depois progrediu mais e mais. A coceira não cedia, e estava ficando dolorosa. |
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| A febre | ||||
| "Quando
chegou à presença do Rebe, não conseguiu refrear
as lágrimas e abriu seu coração, descrevendo a
grave doença, implorando ao Rebe que o ajudasse em nome de sua
mulher e filhos. |
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| O Colar de Ferro | ||||
| Yitschac trabalhava muito para economizar dinheiro que lhe permitisse suprir as necessidades da filha para o casamento. Porém Yitschac lembrou-se que a tradição da sua comunidade exigia que ele presenteasse Dina com um colar de ouro para usar na cerimônia de casamento. No entanto, ele não tinha dinheiro suficiente para comprar um. Yitschac ficou deprimido. Aquele adorno era motivo de orgulho entre as mulheres da comunidade… |
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| A chama que desaparecia | ||||
| O próprio
Rebe parecia perdido em pensamentos. Seu criado aproximou-se para reacender
o pavio, mas o Rebe o dispensou com um gesto. |
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| O outro lado do Livro de Preces | ||||
| Aconteceu em Mathausen, pouco depois da libertação. O campo foi visitado por Rabi Eliezer Silver, diretor da Agudat Harabanim (União de Rabinos Ortodoxos dos Estados Unidos), numa missão para oferecer ajuda e conforto aos sobreviventes. Rabino Silver também organizou um serviço especial, e convidou Wiesenthal a rezar junto com os outros sobreviventes. O Sr. Wiesenthal não aceitou, e explicou o porquê… |
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| Duas velas para Sammy | ||||
| Ouvi falar de Sammy Rosenbaum pela primeira vez em 1965, quando uma tal Sra. Rawics de Rabka, Polônia, foi ao meu escritório em Viena para testemunhar num tribunal sobre Crimes de Guerra. A Sra. Rawicz lembrava-se de Sammy Rosenbaum como "um menino frágil, com o rosto pálido e magro, olhos escuros, que parecia muito mais velho que a idade que tinha – como era o caso de muitas crianças que aprenderam cedo demais sobre a vida." Sammy tinha nove anos em 1939, quando os alemães entraram em Rabka e transformaram a vida num pesadelo. |
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| D’us é como açúcar | ||||
| Um
certo dia, a professora, querendo saber se todos tinham estudado a lição
solicitada, perguntou às crianças quem saberia explicar
quem é D’us? |
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| Diamantes e Peixes | ||||
| Após uma viagem longa e difícil, o homem chegou àquela terra maravilhosa. Tudo que tinha ouvido era verdade! Diamantes de todos os tamanhos estavam espalhados pelo chão – até a areia era formada por bilhões de minúsculas gemas faiscantes. Um grupo de crianças se reuniu para observar…porém nosso amigo estava muito ocupado para notar as crianças. |
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| Esther Malka | ||||
| Era
o final da tarde de Shabat, aquele momento mágico entre o crepúsculo
e a escuridão. Os visitantes tinham saído. O bebê
já estava dormindo, Logo as luzes seriam acesas. Meu pai e meu
irmão estavam para chegar da sinagoga. Haveria um chamado para
a vela da Havdalá, vinho e temperos, e a semana de trabalho teria
início. |
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| Uma piada feita no Céu | ||||
| A caminho de casa, o jovem passou a noite numa estalagem, onde encontrou um grupo de desocupados matando o tempo com bebidas e piadas tolas. Estando com frio, ele encontrou um assento num canto perto da lareira. Tentava passar despercebido, mas os engraçadinhos o avistaram, perguntando de onde era e no que trabalhava. Ele disse o nome de sua cidade, acrescentando que tinha acabado de fazer uma visita ao Maguid de Mezeritch. |
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| Movidos à música | ||||
| "Aqueles que paravam para ouvir não conseguiam se afastar, e logo uma enorme multidão se encantava com a gloriosa música, pois jamais tinham ouvido algo tão belo. Não demorou muito e começaram a se mover seguindo o ritmo, e a rua inteira se transformou numa massa de pessoas dançando. |
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| A bênção de um soldado | ||||
| De
repente – e isso somente poderia acontecer em Israel – alguém
abriu abruptamente a porta e colocou a cabeça para dentro. Era
um homem com cerca de cinqüenta anos, o peito coberto de medalhas.
Um oficial de alta |
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| A Reunião | ||||
| Chegou um mensageiro na cidade de Szchedrin, enviado por rabinos e líderes, para angariar dinheiro a ser doado a uma causa importante. Foi programada uma reunião pelos anciãos da cidade para discutirem como ajudar o hóspede naquela sagrada missão. |
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| Salvamento de um bebê | ||||
| "Tenho uma amiga chamada Sara. Ela está grávida e diz que não pode ter o bebê, pois já tem três crianças e seu marido não ganha muito, e por este motivo, decidiu abortar…" |
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| Sammy e Bryna , de Gush Katif | ||||
| O que
você não quer perder? |
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| Shabat em Lvov | ||||
| "Mas
hoje é noite de sexta-feira, Pinchas" – protestou
Batya. |
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| Buscando sustento | ||||
| Finalmente, decidiu partir, e contou a decisão à sua mulher. "Você sabe, poderá levar um longo tempo até eu voltar para casa, alguns meses ou talvez mesmo alguns anos; pois nem sempre uma pessoa encontra logo uma boa fonte de renda." |
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| Um bom coração não basta | ||||
| Era uma vez uma cidade na qual todos os habitantes tinham um bom coração, melhor dizendo, tinham um "coração de ouro"! O rabino deste povoado, já cansado de falar que apenas "bom coração" não é o suficiente, resolveu ensinar uma lição definitiva… |
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| Duas aves do paraíso | ||||
| A fúria do tzidikel não tinha limites. Ele era a perfeição da arte e da beleza, e se a cor negra fosse a beleza, então não havia beleza. Enraivecido, saiu voando do seu galho e foi ver o rival. |
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| Mendigos no casamento | ||||
| A pobreza
de Rabi DovBer, o Maguid de Mezeritch, era lendária. As refeições,
quando havia, eram um pedaço de pão; a "mobília"
em sua choupana era um sortimento de pranchas de madeira e tocos de
árvore. |
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| Judaísmo de Aldeia | ||||
| "Mesmo se você me desse toda a prata e ouro, pedras preciosas e pérolas do mundo, eu habitaria apenas num local de Torá…" |
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| Os barris na neve | ||||
| "Nu?! Pelo menos estou morrendo a caminho da casa do Rebe" – consolou-se ele. "Espero ter um funeral judaico e que os animais não me devorem." Ele estava a ponto de ter um colapso na neve quando de repente ouviu um barulho à distância. |
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| Chanan e seu violino | ||||
| Chanan
estava órfão. Durante um ano inteiro ele não tocou
seu violino, embora cuidasse dele com carinho. Quando não estava
estudando com o avô, contemplava as cordas silenciosas, e suas
mãos jovens percorriam o gracioso desenho da madeira, com uma
ternura e um amor que estavam além do seu entendimento. |
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| Yisrael | ||||
| Não eram más crianças, a maioria. Somente uns poucos eram insolentes ou rebeldes. Mas eram todos… indiferentes. Entravam na sala relutantemente todos os dias, conversando sobre os presentes caros que tinham recebido em Chanucá, ou sobre o que pretendiam ganhar no aniversário, sobre viagens para esquiar ou férias na Flórida. |
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| Quanto pesa? | ||||
| O comerciante
falou meio relutante para a pobre mulher: |
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| Amor por Erets Yisrael | ||||
| Foi revelado em sonho, a Rabi Zeira, um sinal Divino de que todos os seus pecados estavam perdoados, e ele decidiu ir para a Terra de Israel. Mas, sentia-se amedrontado, pois seu professor poderia proibi-lo de partir - uma ordem que seria incapaz de desrespeitar. Assim, passou a evitar Rabi Yehudá e não foi despedir-se dele. Mas, Rabi Zeira sentiu que não poderia partir sem ao menos ver seu professor pela última vez. Então, um dia, Rabi Zeira observou Rabi Yehudá falando com alguém… |
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| Terra do leite e do mel | ||||
| O filho
imediatamente pegou a escada, subiu à água-furtada, para
alcançar o barril. Para o seu espanto achou o barril cheio de
mel viscoso. |
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| Questão de vida ou morte | ||||
| "Estou
a ponto de sair para a estação de trens e o táxi
está me esperando." |
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| Shabat: uma boa caminhada! | ||||
| Ora, não é incomum para mim caminhar 4 ou 5 quilômetros quando me exercito na esteira, portanto eu sabia que andar três quilômetros até a sinagoga no Shabat seria moleza. No entanto, devo admitir, eu nunca andara na esteira numa temperatura daquelas, com um vento soprando como uma rajada direta sobre o meu rosto. Após caminhar uns 100 metros, parei e refleti sobre a idéia de voltar e pegar o carro para ir à sinagoga. "Quem saberia" – perguntei a mim mesmo. "Você saberia" – respondi sem hesitar. |
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| 191 anos depois | ||||
| Em algum ponto no tempo, há 191 anos, um antepassado meu comprou este livro e levou-o para casa com a finalidade de estudar. O que aconteceu ao livro durante os primeiros cento e vinte e cinco anos permanece um mistério para toda a minha família até hoje. O que sabemos com certeza é que em algum ponto de sua vida, o livro caiu nas mãos de Ben, meu Tio-Bisavô. |
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| Um avião, um barco e uma haftará | ||||
| Cada nota da minha haftará e as milhões que outros cantam e cantarão servem para nos lembrar que, apesar da má intenção dos faraós, dos Hamans e dos Hitlers da história, o espírito do povo judeu sempre brilhará em todo o mundo. |
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| Vivendo Em Erets Yisrael | ||||
| "Por que não vamos a Netzivin e estudamos com Rabi Yehudá ben Betheira?" - os dois tanaím perguntaram um ao outro. "Afinal de contas, é permitido deixar Erets Yisrael a fim de estudar Torá…" |
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| A matsá do Rebe | ||||
| Em 1976, após vários anos de casamento, minha mulher e eu finalmente tivemos a coragem de fazer nosso próprio Seder de Pêssach, pelo menos na segunda noite. Assim que tomamos a decisão, começamos a convidar pessoas. À medida que a festa se aproximava, a lista ficava maior. E maior. E maior. De repente, vi que estávamos esperando dezesseis convidados! |
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| Amigos valem mais do que ouro | ||||
| Um dia, o homem chamou seus filhos e disse-lhes: "Meus filhos! Um homem sábio pensa sobre sua morte enquanto ainda goza saúde, pois nenhum homem poderá viver para sempre. E eu tenho medo que depois de minha morte, vocês começarão a invejar a parte do outro na herança…" |
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| As aparências enganam | ||||
| Rav
Broka achou difícil entender porque este judeu mereceria um lugar
no Mundo Vindouro. Apesar dele ter acreditado nas palavras de Eliyáhu
Hanavi, queria saber exatamente por quê o homem era considerado
tão especial. |
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| A garota com o relógio de ouro | ||||
| "Naquela terra estrangeira, guardar o Shabat não era tão simples como hoje, simplesmente uma questão de adicionar uma batata extra ao caldeirão fervente com o cholent" – expliquei enquanto descascava batatas. "Para Savta, observar o Shabat era uma prática perigosa – que podia custar muito caro." |
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| O gartel | ||||
| Durante toda sua vida o Báal Shem Tov arrependeu-se por ter usado o sagrado Nome de D’us para sua própria conveniência. |
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| Humildade e Orgulho | ||||
| "Mestre!" – gritei – "conte-me como escapou da tempestade, se eu vi com meus próprios olhos o casco da sua embarcação que naufragava?" |
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| Binyamin, o Tsadic | ||||
| Em certa ocasião, não se encontrava nem mesmo uma prutá - um centavo (a moeda de menor valor) - no fundo. Exatamente neste dia, uma pobre viúva veio procurar auxílio. Estava pálida, fraca e mal podia andar. … "Que pena que você não veio antes" - suspirou ele. "Agora que o fundo de tsedacá está vazio, que posso fazer para ajudá-la?" |
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| O prodígio debaixo da cama | ||||
| Quando jovem, Rabi Hilel ouviu falar do fundador do Chassidismo Chabad, Rabi Shneur Zalman de Liadi, e procurou conhecê-lo. Porém a oportunidade parecia sempre escapar ao jovem prodígio: assim que ele chegava a uma cidade onde sabia que Rabi Shneur Zalman estava, era informado que o Rebe acabara de partir. Finalmente, conseguiu localizar os alojamentos de Rabi Shneur Zalman antes da chegada deste… |
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| Quarenta e Três Rublos | ||||
| Aquele inverno foi particularmente penoso. As tempestades de neve duravam um semana. Durante uma dessas tempestades, ouviu-se uma batida na porta. O estalajadeiro abriu a porta e viu três camponeses polacos quase congelados, pedindo um lugar para ficarem... |
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| O Preço da Bênção | ||||
| Rabi Shlomo e sua comitiva passaram por diversas aldeias e vilas. A viagem continuava, mas o chassid não recebia qualquer encorajamento para apresentar-se ao Rebe de Karlin, ou qualquer indicação quanto ao propósito da viagem. Finalmente, depois que eles pararam numa determinada aldeia… |
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| O Fogo | ||||
| Quando o chassid ficou sobre a pilha de escombros e cinzas que era tudo que restou das suas posses, ele ergueu os olhos ao Céu e começou a recitar: "Baruch Atá…", "Bendito seja, D’us…" |
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| Cebolas ou diamantes? | ||||
| O rapaz
atrás do balcão olha-o como se estivesse louco e diz:
"Você tem de pagar pelo quarto." |
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| Derretendo o gelo | ||||
| Algo me aborrecia; não conseguia aceitar o fato de que nada, absolutamente nada, resultara de todo meu trabalho. Fiquei pensando comigo mesmo que deveria haver alguma razão. Eu estava certo disso! Mas eu não conseguia descobrir o que era. A princípio, guardei comigo mesmo, mas pouco a pouco, isso tornou-se uma obsessão. |
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| A missão e o Tsadic | ||||
| Um tsadic estava sentado com seus discípulos quando passou uma criança com Síndrome de Down. Quando o menino passava, o tsadic levantou-se e cumprimentou-o com "Baruch Habá!". Seus alunos não entenderam, pois esta era uma saudação reservada para outros tsadikim. |
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| Simbiose espiritual | ||||
| O Báal Shem Tov costumava se ater a prece de Shemonê Esrê durante horas. Outros participantes do Beit Midrash achavam difícil esperar que ele terminasse suas meditações inspiradas; assim, costumavam ir para casa descansar e, na volta, asseguravam-se de estar no mesmo lugar que antes. Mas… |
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| A Escalada | ||||
| Olhando pela janela certo dia, Rabi Shneur Zalman de Liadi viu seu neto de sete anos, Menachem Mendel, brincando no jardim com os amigos. |
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| Areia e água | ||||
| "Rebe! Estivemos atarefados a manhã inteira, preparando-nos para sua chegada, polindo nossos botões em sua homenagem. Agora é a sua vez de polir nossas almas, que têm estado apáticas e endurecidas por tantos anos de afastamento da vida judaica." |
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| Um par de tefilin para Sandy Koufax | ||||
| A recusa de Koufax em fazer um arremesso em Yom Kipur granjeou-lhe o respeito e a admiração de inúmeros judeus. Sua coragem deu a muitos judeus a força de não se envergonharem de seu Judaísmo. |
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| Os rabinos cowboys | ||||
| Colocamos tefilin em mais de trinta homens, muitos dos quais pela primeira vez. A maioria dos homens tomou a decisão de colocar tefilin todos os domingos, e número ainda maior de mulheres decidiu acender velas de Shabat às sextas-feiras. |
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| A cabeça ou a cauda | ||||
| Certa
vez, uma serpente rastejava contorcendo-se toda, quando a cauda de repente
voltou-se contra a cabeça e disse, furiosa: "Olha aqui,
estou cansada de sempre seguir-te para onde quer que inventes de ir!
Já é tempo de eu assumir a liderança!" |
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| O Litígio | ||||
| "Muito
bem" – disse Rabi Yitschac Eizik – "então
ouvirei agora o seu caso. Mas devemos chamar o seu litigante. É
proibido para mim escutar seus argumentos sem que ele esteja presente." |
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| O Transe do Rebe | ||||
| Certo dia, uma mulher muito abalada apareceu na cidade de Lubavitch. Não era comum que mulheres andassem sozinhas há uma centena de anos, mas esta pobre senhora tinha feito uma árdua viagem de uma semana, porque alguém lhe dissera que o Rebe poderia ajudá-la. |
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| A Vida Anterior do Báal Shem Tov | ||||
| "Certa noite, muito tarde, alguém bateu à sua porta. Ali na entrada havia um homem idoso com uma longa barba branca, e uma face tão radiante quanto o céu. ‘Sou Eliyáhu, o Profeta’ – disse o visitante. ‘Vim aqui para abrir sua mente e seu coração, e ensinar-lhe os mais profundos segredos da Criação.’ |
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| Cavalos | ||||
| Disse Rabi Meir: "Você já notou como um cavalo age quando é levado a um regato para beber? Começa a bater furiosamente na água com os cascos; somente quando a água está bem turva, com barro, ele começa a beber. Por que o cavalo age dessa maneira?" |
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