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Com
muita freqüência, nos identificamos com aquilo que fazemos,
e não por aquilo que somos.
O propósito fundamental de uma ocupação é
prover os meios para o sustento. A menos que tenhamos algum objetivo supremo,
no entanto, trabalhamos para sobreviver, e sobrevivemos para poder trabalhar
– o que é um ciclo sem sentido.
Como podemos saber o que somos? Olhando para aquilo que fazemos durante
as horas nas quais não trabalhamos, quando não estamos engajados
nos meios de sobrevivência. Poderia ser chocante descobrir que nosso
supremo propósito na vida é assistir televisão ou
nos perder em qualquer outra diversão.
O descanso e o relaxamento são tão vitais para a vida quanto
água e alimento. Porém, depois que nossas necessidades vitais
foram satisfeitas, deveria haver algo pelo qual vivermos.
Se não temos uma meta importante, devemos pelo menos ficar ocupados
procurando uma.
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