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Nosso
entendimento sobre o que é empatia depende de quão profundamente
o sentimos.
Próximo ao encerramento de Yom Kipur, um rabino fez um apelo por
fundos para os necessitados.
Este era um dia no qual todos os congregantes observavam uma privação
de comida e bebida durante 24 horas. "Agora que vocês todos
estão famintos" – disse ele – "podem avaliar
melhor as necessidades daqueles que não têm comida, e contribuírem
de acordo."
Quando nosso estômago está satisfeito, podemos aplacar nossa
consciência com pequenos donativos. Mas se nos identificarmos com
os famintos, é provável que as doações sejam
mais generosas.
Para lidar de maneira justa e correta com as pessoas, devemos sentir empatia
por elas. É esta empatia que contribui para despertar constantemente
nossa solidariedade e amor ao próximo.
Cada chance que surge de praticarmos o bem e a justiça é
um novo desafio de como aproveitaremos a oportunidade.
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