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Mulher no judaísmo | |||||
• Acendimento das velas • Akeret Habayit • Aptidões • O Papel da Mulher |
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Mulher no judaísmo | ||||||
Acendimento
das velas Srta... Rochester, Nova York Saudação e bênção: Esta vai em resposta à sua carta na qual pergunta sobre o significado da nota de um dólar que recebeu em conexão com a Campanha de Acendimento das Velas. Na verdade, há muitas facetas, porém devo me limitar a uma ou duas delas. Primeiro, algumas palavras que introduzem o tema. Como você sabe, os judeus são ordenados a lembrar e cumprir todas as mitsvot da nossa Torá. Porém há determinadas mitsvot que a Torá enfatiza especificamente com a ordem: "Lembra!" Este, para mencionar um exemplo familiar, é um dos Dez Mandamentos: "Lembra-te do dia do Shabat para o santificar." Assim também o mandamento de relembrar Yetziat Mitzraim todos os dias do ano, e vários outros mandamentos. A mais importantes dessas lembranças, no entanto, é o mandamento de lembrar o dia em que recebemos a Torá no Monte Sinai, que celebramos em Shavuot: "Lembra-te do dia em que estiveste perante D'us, teu D'us, no Har Sinai para que não esqueças das coisas que teus olhos viram." O motivo para a Torá nos mandar lembrar aqueles eventos tão importantes é óbvio, pois um judeu vive num mundo que se agita com todos os tipos de coisas materiais que distraem sua atenção daquilo que é realmente importante e eterno. Estamos, é claro, falando até de coisas "casher", como comer e beber, fazer negócios, etc., tudo aquilo que deve ser feito de acordo com o Shulchan Aruch. Porém, visto que a pessoa está inevitável e rotineiramente envolvida com estas coisas na maior parte do dia, dia após dia, ela pode tornar-se tão absorvida por elas a ponto de esquecer-se das coisas importantes e essenciais que a Torá especificamente deseja que lembremos.É também uma questão de bom senso que quando as pessoas querem ter certeza de que não esquecerão determinadas obrigações, fazem todos os tipos de coisas para ajudá-las a lembrar. Tendo em vista o acima, a Torá nos deu algumas mitsvot que, além de todos os outros significados, são notáveis "lembretes". Mais uma vez, para mencionar um exemplo familiar, a mezuzá (entre outras coisas) lembra o judeu ao entrar e sair de casa que D'us, que é nossa própria vida e fortaleza, é Um, como lemos na porção do Shemá que a mezuzá contém. Da mesma forma, ao levantarmos pela manhã, recitamos uma prece na qual declaramos que nossa alma, que D'us nos devolve todas as manhãs, é pura, etc. E assim há muitas mitsvot, que constantemente nos ajudam a lembrar nosso verdadeiro propósito na vida – servir a D'us "em todos os caminhos". Há mitsvot que servem como lembretes a todos os judeus, pois todos os judeus são iguais no que tange ao cumprimento daquelas mitsvot. Porém há também mitsvot que se aplicam somente a determinados grupos, como os Cohanim. Em cada caso, há lembretes específicos para aqueles envolvidos. Isso nos leva ao assunto da sua carta. Uma das mitsvot mais importantes e mais bonitas é o acendimento das velas antes de Shabat e Yom Tov, e esta mitsvá foi concedida como um privilégio especial às mulheres judias, mães e filhas, para cumprirem não apenas por si mesmas, mas também em prol de toda a família. Obviamente, todos da casa apreciam as vantagens de acender as velas, iluminar o lar bem como a mesa à qual os membros da família se reúnem para a refeição de Shabat e Yom Tov. No entanto, a importância dessa mitsvá é mais profunda que apenas iluminar a casa no sentido comum, pois também ilumina o lar espiritualmente, de acordo com o texto da bênção recitada antes do acendimento das velas: "Que nos santificou com Seus mandamentos". Portanto, é altamente desejável que esta mitsvá tão importante tenha um "lembrete" especial para enfatizar ainda mais o profundo significado dessa mitsvá. Há várias coisas que podem servir como lembretes da mitsvá. O mais apropriado seria um que não fosse embaraçoso, porém ao mesmo tempo expresse a importância da grande mitsvá do acendimento das velas. Assim, a maneira mais apropriada é conectar a mitsvá com dinheiro, pois o dinheiro é o meio com o qual a pessoa cumpre a mitsvá da tsedacá, especialmente notável, uma vez que o doador poderia obviamente usar o dinheiro para suas próprias necessidades, porém de maneira altruísta o dá a uma pessoa necessitada, e assim salva uma vida, como nossos Sábios enfatizaram. A relevância especial da tsedacá para o acendimento das velas antes de Shabat e Yom Tov está no fato de que, como explicam nossos Sábios, o acendimento das velas é um ato de retificação pelo erro cometido pela primeira mulher, a mãe de toda a humanidade, Chava (Eva), que com o pecado de comer o fruto proibido fez "a vela de D'us, que é a alma do homem" – de Adam – ser extinta. Ao acender as velas, a mulher judia retifica este ato de extinguir a "vela". É especialmente relevante, portanto, associar o acendimento da velas com tsedacá, pois a tsedacá também, como mencionado acima, é um ato que salva vidas. Este, então, em resumo, é um significado do dólar que acompanhava a Campanha do Acendimento das Velas, com a intenção de tsedacá, ou que, se a pessoa deseja guardar aquele dólar específico como lembrança, pode ser substituído por uma quantia igual para tsedacá. Tudo isso tinha a intenção de chamar a atenção e enfatizar a importância do acendimento das velas, tanto para a pessoa que as acende como para todo o lar judaico. Que D'us lhe conceda cumprir esta grande mitsvá com alegria e inspiração. E assim como o grande princípio de nossa Torá é v'ahavtah l'reachah kamochah, você certamente usará sua boa influência com amigos e vizinhos para assegurar que eles, também, cumprirão esta notável mitsvá de maneira semelhante. Com bênção [Assinatura do Rebe] P.S. Em conexão com o exposto acima, quero enfatizar um ponto importante, ou seja, que por mais relevante que seja uma nota de um dólar, ainda é muktzeh e, como qualquer outro dinheiro, não deve ser manuseado em Shabat e Yom Tov, e sim doado antes do acendimento das velas.. |
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Akeret
Habayit Pela Graça de D’us Rosh Chodesh Elul, 5736 Brooklyn, N. Y. D’us abençoe as Mães e as Filhas Judias em toda parte. Bênção e Saudação: Em vista dos recentes acontecimentos - o sequestro e a salvação dos reféns retidos em Uganda, e a subsequente tentativa dos terroristas de perpetrar uma cruel vingança, D’us nos livre, em Kushta (Istambul) - deve-se compreender que aqueles acontecimentos são um indício que os judeus devem, o mais cedo possível, reforçar todos os aspectos da sua segurança e defesa (primeiro e principalmente na sua vida espiritual, que é o caminho para receber as bênçãos de D’us também nos aspectos físicos; isto é, conhecer os meios e modos que têm de ser usados na ordem natural das coisas, e ter pleno êxito nesses esforços, de acordo com a promessa Divina, para estar protegido e seguro contra os inimigos, e para ser poupado de quaisquer acontecimentos indesejáveis, D’us nos livre. Os acontecimentos acima lembram a cada um e a todos os nossos irmãos judeus em geral, e às mães e filhas em particular (já que cada mulher judia casada é chamada Akeret Habayit - "Alicerce do Lar", e aquelas ainda não casadas que virão a ser Akeret Habayit, para o que dever se preparar desde tenra idade), o seguinte: A situação atual exige proteção para cada lar judeu. A verdadeira proteção é aquela que só D’us pode dar, pois está escrito, "D’us guarda a cidade”. Para assegurar essa guarda Divina, o lar tem de ser conduzido de acordo com a vontade de D’us em todos os aspectos. Então o lar é também uma morada para a Shechiná (a Presença Divina). Atraindo a Sua presença, "Eu morarei entre eles.” Em acréscimo a isso, D’us deu ao nosso povo uma dádiva especial para o mês da re-avaliação espiritual, para complementar as deficiências do ano que finda e para preparar o Ano Novo, para que ele seja um ano bom e abençoado, para cada um e todos nós, particularmente em nosso lar, através da mitsvá da mezuzá. Conforme declararam nossos sábios: "O lar é protegido por ela (a Mezuzá).” Mais ainda, essa proteção inclui os moradores da casa também quando estão fora dela, pois está escrito, "D’us guardará vossas idas e vossas vindas desde agora e para sempre." Nossas sagradas fontes nos explicam ainda que o Nome Divino (Shin-Dalet-Yud) escrito no verso do sagrado pergaminho da mezuzá forma as palavras, "Shomêr Daltot Yisraêl" - Guardião das Portas Judaicas. Que seja também lembrado que, desde que todos os judeu constituem um só corpo, e estão ligados uns aos outros, cada mezuzá é uma proteção Divina não só para o lar individual, com todos e tudo dentro dele, mas cada nova mezuzá casher que está afixada no umbral de qualquer lar judeu, em qualquer lugar, aumenta a proteção para todo o povo de Israel, onde quer que se encontre. E considerando - como ficou dito acima - que toda dona de casa judia é uma Akeret Habayit, e cada menina judia é uma futura Akeret Habayt, elas têm o zechut (mérito) e a responsabilidade especiais no assunto da mezuzá, para cuidarem de que não só uma mezuzá casher seja afixada em sua casa em cada umbral que requer uma mezuzá, mas que o mesmo seja feito pelos seus vizinhos e amigos judeus, e em todos os lares judaicos. Tenho esperança e rezo para que vocês façam isso com inspiração e alegria, o que além de aumentar o bom êxito deste esforço também inspirará muitos outros a fazerem o mesmo, e o mérito de levar outros a praticar uma mitsvá contabilizará a seu favor. O tempo presente é particularmente auspicioso para este cumprimento, bem como para todos os empreendimentos em todos os assuntos de bondade e santidade, pois estamos no começo do mês de Elul. Com estima e bênçãos de Ketivá Vechatimã Tová (Assinatura do Rebe) |
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Aptidões
Sra Brookline, Massachussetts Saudações e Bênção: Esta é para confirmar o recebimento da sua carta, que é respondida antes da vez, pois você solicitou uma resposta urgente. É curioso e surpreendente ver como, em situações normais, algumas pessoas tomam medidas de emergência e vice-versa. A declaração acima é a propósito daquilo que você escreve sobre sua filha. Como você certamente sabe, o objetivo mais elevado de uma mulher judia é ser uma Akeret Habayit bem-sucedida, e de tal maneira que "toda a glória da filha do rei está dentro do lar." Em outras palavras, a verdadeira akeret habayit tem o maior orgulho de seu lar e sua família. Portanto, é evidente qual é o tipo de educação que uma filha judia deve receber, e em que áreas ela deve superar-se. Vemos também pelo acima que uma moça judia não pode encontrar a verdadeira realização numa carreira ou profissão, assim como um marido não pode encontrar a verdadeira realização sendo um bom cozinheiro embora, em casos excepcionais, existam homens fazem da profissão de chefs de cozinha sua carreira. Tendo em vista o acima certamente não teria reflexo sobre o marido dizer que ele não é inteligente no preparo de pratos saborosos; ao passo que isso refletiria em sua realização dizer que ele não é um bom Rosh Yeshivá ou que não é um bom engenheiro, pois está na ordem natural das coisas que o marido desenvolva a capacidade e qualidades ao máximo em seu campo. Portanto, você não deveria diminuir o fato de que sua filha freqüentará uma escola cuja ênfase é colocada em preparar as moças para um bom shiduch, e para ser uma akeret habayit, pois é nesta área - em seu lar judaico – que uma filha judia encontra sua verdadeira realização e orgulho, como mencionado acima. Quanto à questão teórica daquilo que deveria ser feito no caso de um rapaz que demonstra interesse e entusiasmo específicos em se tornar cozinheiro, e o que fazer no caso de uma moça que tem qualidades especiais que fariam dela uma boa engenheira – considerando o princípio geral que todas as capacidades concedidas por D'us devem ser utilizadas plenamente – uma carta não é o meio para discutir este tipo de problema, especialmente se não for relevante para sua carta. Espero e rezo para que você encontre a maneira certa de encorajar sua filha, nas linhas acima mencionadas, a preparar-se para ser uma verdadeira akeret habayit, e a encontrar ali a verdadeira realização. Se é verdade, como você escreve, que ela não possui as qualidades especiais exigidas para se tornar uma boa engenheira ou algo semelhante, você com certeza sabe que há opiniões científicas afirmando que quando uma pessoa é excelente numa área, provavelmente é medíocre, ou mesmo inepta, em outras. Na verdade, isso talvez seja para o bem, porque se uma pessoa fosse excelente em mais de uma área, se encontraria dividida entre diferentes rumos. Quanto à sua avaliação de suas realizações na divulgação do Judaísmo, creio que já partilhei com você algo que sempre ouvíamos de meu sogro, de abençoada memória, ou seja, que assim como não se deve falar lashon hará sobre outros, também não se deve fazê-lo sobre si mesmo. Na verdade, este freqüentemente é um método do yetser hará: desencorajar a pessoa de atingir aquilo do qual é capaz, plantando em sua mente a idéia de que é inadequada e que não adianta tentar mais. De fato, posso agora oferecer a você dez tarefas para promover o Judaísmo, conforma enumeradas na mensagem anexa, na qual você pode realizar um grande feito, sem infringir qualquer uma das tarefas conectadas com seu trabalho de engenharia – e utilizando somente o seu tempo livre. Como foi indicado no início, esta carta lhe foi enviada por entrega especial. Com bênção, [Assinatura do Rebe] |
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O
Papel da mulher Sr… Nova York, N.Y. Saudações e bênção: Em primeiro lugar, obrigado pelos seus bons votos em conexão com o meu aniversário. Posso retribuir com as palavras dos nossos Sábios: "Aquele que abençoa os outros é abençoado por D'us, a Fonte de todas as bênçãos.". Assim, que D'us lhe conceda Suas generosas bênçãos em todas as suas necessidades. Agora, vamos à sua questão sobre o papel da mulher sob o ponto de vista de nossa religião ou, como você se refere a ela, Judaísmo "ortodoxo". Devo primeiro enfatizar que a divisão do Judaísmo em Ortodoxo, Conservador, Reformista, etc., é puramente artificial, pois todos os judeus têm a mesma Torá, dada pelo mesmo e único D'us, embora haja judeus que são mais observantes e judeus que são menos. Colocar um "rótulo" não muda, obviamente, a realidade da essência judaica. Quanto à atitude do Judaísmo para com as mulheres, também já foi dito com freqüência que aqueles que pensam que a Torá coloca a mulher num papel inferior ao do homem estão equivocados, pois sua crença não se baseia na verdade. Homem e mulher são, para usar uma analogia, como a cabeça e o coração no corpo físico; ambos são igualmente vitais, embora cada qual tenha funções diferentes, e somente o funcionamento normal dos dois assegure um corpo sadio. O mesmo se aplica ao papel do homem e da mulher na vida judaica e, na verdade, e, qualquer sociedade humana saudável. O coração não é inferior ao cérebro, embora em certos aspectos dependa dele, assim como o cérebro não precisa sentir-se inferior ao coração porque em alguns aspectos depende dele. Da mesma forma, na vida judaica, há deveres e funções que D'us designou à mulher e outros que Ele designou ao homem. Se, por algum motivo, uma pessoa é incapaz de cumprir determinadas mitsvot, ou algumas de suas funções, há uma regra na Torá que declara: "O Todo Misericordioso dispensa a pessoa que é incapaz de cumprir seu dever". De fato, D'us (que sabe o que está no coração de cada um), sabendo que se a pessoa pudesse, teria feito aquilo, considera nessa circunstância que o pensamento de fazer substitui a ação. Por isso, é digno de nota que dos vários Nomes Divinos, o nome rachamim (O Misericordioso) seja usado na regra acima. Isso enfatiza que todos os preceitos de D'us derivam do Seu atributo de misericórdia e bondade que, como todos os Divinos atributos, é infinito. Por isso, quando uma pessoa está impedida de cumprir uma mitsvá por circunstâncias além do seu controle, aquela pessoa está completamente desculpada e isenta. Não é preciso desculpar-se por fazer perguntas. Pelo contrário, como os judeus são descritos na Torá como "um povo sábio e compreensivo", é desejável que perguntas que estão no âmbito do entendimento humano sejam respondidas e o questionador não seja remetido somente à fé – sempre que isso for possível. Há somente um pré-requisito – e este remonta ao tempo em que a Torá e as mitsvot foram outorgadas no Monte Sinai, ou seja, que a Torá deve ser aceita primeiro na base de na'assê (faremos) e somente então em v'nishma (entenderemos) – pois o cumprimento das mitsvot não deve ser condicionado ao nosso entendimento de seu significado mais profundo, etc., nem a vitalidade e entusiasmo do nosso cumprimento pode ser diminuído, de maneira alguma. Com bênção (Assinatura do Rebe) |
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Revelação
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Sheitel
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Trabalhar
fora Sra… Worcester, Massachussetts Saudações e bênção: Recebi sua carta e, embora a ocasião não seja muito conveniente para correspondência alongada, creio que as linhas a seguir responderão adequadamente a sua missiva. Você escreve sobre o seu atual estado de espírito e falta de realização por ter de devotar todo o seu tempo às responsabilidades domésticas, cuidar dos filhos, etc. É uma questão de bom senso, bem como de considerável ênfase em nossa Torá, que uma mulher encontre sua realização exatamente como akeret habayit, e é nessa área que ela pode verdadeiramente realizar coisas notáveis e maravilhosas, se o desejar. Está escrito que "D'us criou o homem correto, mas ele busca muitos desvios." Assim, na época atual, tornou-se comum, embora não menos errado, que a mulher procure emprego, e este deve ser fora de casa. Se houver algum trabalho que possa ser feito em casa para suplementar a parnassa (sustento) isso seria bom, como é mencionado no famoso capítulo de Eishet Chayil. No entanto, algumas mulheres insistem em trabalhar fora, portanto isso se tornou uma prática estabelecida e uma "segunda natureza", a tal ponto que tem resultado numa completa inversão de valores, transformando o essencial em secundário, como se uma mulher pudesse ser considerada como pessoa apenas se for contra a natureza e contra a ordem natural do mundo. O acima seria verdadeiro mesmo se a mulher tivesse apenas um ou dois filhos para criar. Quão mais seria verdadeiro se houver, graças a D'us, mais que um número mínimo de filhos? Isso é especialmente verdadeiro quando os filhos estão na idade em que são dependentes da atenção e cuidados amorosos da mãe. E quando a pessoa mora num local em que a capacidade de manter um lar judaico é por si mesma um desafio – não como costumava ser antigamente e sob diferentes circunstâncias – e quando a pessoa tem, além disso, a grande responsabilidade e privilégio de fortalecer o Yiddishkeit com a luz e calor da Chassidut, tudo isso certamente exige a mobilização de toda a capacidade da mulher, engenhosidade, concentração e paz de espírito. Não há satisfação maior que aquela que vem de poder realizar todo o acima mencionado. Poderia parecer duvidoso que, após tudo isso, houvesse uma sobra de energia e interesse para aplicar num emprego externo, ou algo semelhante. Com bênçãos, (Assinatura do Rebe) |
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