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Por
que há tantas regras relacionadas à fabricação,
manuseio de vinho e outros derivados de uva? Que status ocupam nas leis
de cashrut? E o que quer dizer Yayin Mevushal? Espero não ter sido
inconveniente fazendo tantas perguntas ao mesmo tempo, mas tenho muitas
dúvidas sobre este assunto.
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RESPOSTA:
Estamos aqui justamente
para esclarecer suas dúvidas, portanto não sinta nenhum
remorso…
O vinho, mais do que qualquer outro alimento ou bebida, representa a santidade
e a individualidade do povo judeu, ocupando uma posição
única na Lei judaica. Ele é usado para a santificação
do Shabat e do Yom Tov, dias santificados além de outras festas
judaicas. No Bet Hamicdash, Templo Sagrado de Jerusalém, o vinho
era derramado sobre o Altar, juntamente com o sacrifício.
Entretanto. uma vez que o vinho era e ainda é usado em muitas formas
de culto idólatra, restrições especiais são
aplicadas em sua produção e manipulação.
As regras são bem estritas, mas em resumo, o vinho, suco de uva
e todos os produtos que contém vinho ou suco de uva devem permanecer
unicamente em mãos judaicas durante o processo de fabricação
e também depois que a garrafa for deslacrada. Não nos é
permitido beber qualquer tipo de vinho ou suco de uva, ou qualquer bebida
que contenha vinho ou suco de uva, se for manipulada ou fabricada de outra
forma que não a que consta na Halachá, Lei Judaica.
Vinho ou suco de uva Casher que foi fervido antes do processo de engarrafamento
é chamado Yayin Mevushal. Nos tempos do Templo Sagrado, o vinho
fervido era impróprio para ser levado ao Altar. Portanto, Yayin
Mevushal não é considerado como "vinho sacramental"
e, portanto, não está incluído na proibição
de manuseio por outras pessoas. Este vinho, como todos os vinhos Casher;
deve portar um selo de supervisão rabínica confiável,
onde deve estar escrito "Yayin Mevushal".
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