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  Fumo e álcool
     
 

É errado praticar vícios como cigarros, bebidas?

 
     
 

RESPOSTA:

Um dos preceitos da Torá é o de preservar a saúde de nosso corpo.

Cada vez mais a ciência divulga a descoberta de novas doenças e sintomas com efeitos prejudiciais à saúde associados à bebida e ao fumo, muitas vezes, irreversíveis ao ser humano.

O efeito do álcool quando consumido em doses maiores, não recomendáveis, confunde os sentidos e dificulta o auto controle, o que pode levar a pessoa a cometer atos impróprios além de tornar-se cada vez mais dependente.

O Midrash aproveita o episódio da embriaguês de Nôach para advertir os homens sobre as consequências do alcoolismo. Quando Nôach plantou o fruto da vinha, o demônio quis associar-se a este trabalho trazendo um cordeiro, um leão, um porco e um macaco; imolou-os e regou a terra com seu sangue. O caráter dos animais sacrificados não tardou a manifestar-se em Nôach e em seus descendentes depois de ingerir a bebida.
(Se você prestar atenção à cena que segue abaixo, concordará com os efeitos desta "sociedade" até hoje...)

Bebendo um copo o homem torna-se manso como um cordeiro; no segundo, sente-se forte como um leão. Após o terceiro copo, deita-se e rola como um porco e continuando a beber, não tarda a praticar insanidade e "macaquices" como o símio (M. Tanhumá, Noah 13).

Para o judeu, o vinho e seu consumo devem estar sempre associados à realização de uma mitsvá, como o Kidush de Shabat, casamento judaico, Shevá Brachot, Brit Milá, e em diversas outras ocasiões festivas (os chaguim).

 
   
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